sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dez vantagens de ter um Fusca Antigo!



1 - Fusca é popularidade – você fica conhecendo todas as oficinas fuleiras da cidade. Todos os ferros-velhos chamam você pelo nome. E mais, descobre que o borracheiro é seu melhor amigo!

2 - Fusca quebra paradigmas – você descobre que esse papo de “fusca é econômico” e que a “mão de obra e peças são baratos” é tudo mentira! Mentira! Mentira!

3 - Fusca é saúde – tudo que você ganha na vida vai pro fusca. E assim não sobra dinheiro pro vício do cigarro e da cachaça e livre de doenças sexuais, já que sempre está duro pra sair com prostitutas e outras vagabundas!

4 - Fusca é matemática – você começa a entender por que matemática não é uma ciência exata: compra um fusca por 1000 reais, gasta mais 1000 reais nele e o porra só vale 500, sempre! Sempre! Sempre!

5 - Fusca é uma academia – a toda era você tem que empurrar essa bosta pra pegar no tranco. Se você não enfartou até agora, então é um excelente atleta!

6 - Fusca é cultura – você pode ser o pior analfabeto, mas passa a entender dos mínimos detalhes em mecânica, cabo de embreagem, velas, óleo de freio, eixo da parafuseta!

7 - Fusca é ecologia – você não paga IPVA, mas o que paga de mico e engole sapo, haja IBAMA!

8 - Fusca é fé pura – o sonho de quem tem um fusca é ter um Fiat Uno! E essa fé e esperança você carrega-os por toda a vida!

9 - Fusca é alegria – você passa a conhecer todo tipo de piada de fusca: “fusca não é carro, é transporte!” “Como está o Herbie?” “Que poçante”(por causa da poça de óleo na sua garagem) “Quantas bichas cabem num fusca?”

10 - Fusca é anti-blitz – você nunca é parado numa blitz do Detran, porque os agentes de trânsito sabem que você é um durango e nunca vai rolar uma propina nem pro fumo!

Fonte: Special Things

SPARKARTE - Como eram vendidos os KDF


 



Afim de obter compradores para um carro que ainda não tinha sido fabricado foi criando uma espécie de regime de poupança.









A partir do momento em que o intressado assinava o contrato de compra, ele recebia esta cartela em que o mesmo teria que preencher todo para poder receber seu novo KDF-Wagem
O comprador era obrigado a comprar toda semana um selo pelo valor de 5 Reichmarks O compra do carro também tinha um detalhe muito importante. O carro não poderia ser comprado a vista com dinheiro vivo. Somente pelo método das cartelas

Motor Boxer

História do Motor BOXER

Tudo começa com uma idéia, com um conceito, e este é o primeiro rascunho feito por Porsche que se conhece, ele data de 1931. Foi feito bem antes de 22 de junho de 1934 quando a saga do motor VW Boxer definitivo teve seu início. O croqui leva a entender que a primeira idéia de Porsche para motor era uma versão radial, o que foi abandonado ainda na época dos protótipos da era "Pré-Volkswaven", especificamente Zündapp.

Vários conceitos foram testados antes do motor definitivo ser definido. Dentre as primeiras alternativas foi considerada esta de duplos pistões, com uma solução técnica bastante sofisticada. Foi preconizada por Porsche, mas acabou mostrando não ser viável por problemas de refrigeração. À direta abaixo está o motor de arranque combinado com o dínamo. A direita acima pode ser visto o motor montado.
Os custos estavam e jogo, pois Hitler queria que o carro custasse menos que 900 Reichsmark, o que era uma missão impossível. Também foi estudado um motor de 2 cilindros que era inflexível e foi descartado a favor do motor de Reimspiess. Esta é a alternativa vencedora que foi projetada por Reimspiess, já com a inclusão do radiador de óleo. Certamente, o motor diferiu surpreendentemente pouco dos milhões proprietários do Fusca e de outros carros acionados pelo motor VW Boxer em todo o mundo. Ai está o motor "definitivo" já instalado no protótipo de 1938, estava pronta uma das mais importantes peças de demonstração do Terceiro Reich - o KDF-Wagen. Por falar em propaganda, ai está o "patrocinador" do projeto admirando um chassis exposto no Salão do Automóvel de Berlim em 1939, curiosamente o ano em que a Alemanha declarou a Segunda Guerra Mundial. Os motores VW Boxer passaram a ser usados nos campos de batalha acionando veículos militares. Linha de montagem de motores em 1940, em plena guerra, estes motores equiparam Küblewagens e Schwimmwagens, pouquíssimos carros com a forma do Fusca foram fabricados durante a guerra. Adaptação do motor VW Boxer num Jipe leve (Kübelwagen) tinha 25HP. Passada a guerra o futuro da fábrica ainda era um incógnita, mas graças às Forças de Ocupação Britânicas o conceito criado por Porsche sobreviveu e começou a passos trôpegos a sua fantástica carreira de sucessos. Este é uma versão de 1945 do motor a ar, detalhe para o buraco na saia traseira para a passagem da manivela de partida de emergência.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Cuidados semanais, mensais e anuais para o seu carro


Manutenção preventiva do seu fusca não é só visitar a oficina regularmente. Há vários cuidados e tarefas que você pode realizar em casa, que não exigem prática com mecânica, apenas disposição. Atitudes como estas ajudam a conservar seu amigo e reduzem problemas mais graves no futuro, que acarretam em altos custos com manutenção.

Para a semana
Verifique se o reservatório dos lavadores do para-brisas está sempre cheio e acrescente também um pouco de detergente específico. Detergentes domésticos podem ocasionar manchas na pintura.
Óleo do motor: cheque o nível do óleo do cárter uma vez por semana, com o veículo sobre uma superfície plana e com o motor frio.
Pressão dos pneus: cheque a pressão semanalmente, ou antes de viajar – não esqueça de verificar também a pressão do estepe.
Para o mês
Lâmpadas: Verifique o funcionamento das lâmpadas e, quando houver necessidade, as substitua. É um procedimento simples, mas deve se ter cuidado ao manusear a lâmpada nova, principalmente se for dos faróis, pois a oleosidade natural da pele pode tornar o bulbo amarelado.
Para o ano
Fusíveis: Se alguma luz não acende, não quer dizer que a lâmpada esteja queimada. Consulte no manual do veículo ( voce pode fazer o downlaod aqui no nosso blog ) a localização do compartimento de fusíveis – a troca é bastante simples. Geralmente, os fusíveis aos quais pertencem os equipamentos estão discriminados na própria tampa do compartimento.
Filtro de ar: um filtro de ar dura aproximadamente 10 000 quilômetros, mas quem trafega em locais muito empoeirados ou por estradas de terra, deve trocá-lo com mais frequência. Cheque no manual do veículo a localização do compartimento do filtro e confira seu estado todo mês.
Bateria: limpe os pólos com uma escova e lubrifique-os com uma leve camada de graxa branca ou vaselina, antes de religar os terminais.

Como escolher uma boa oficina


É muito importante conhecer algum lugar de confiança para fazer pequenas manutenções, ou mesmo aquele grande e custoso reparo em seu fusca. Quanto mais você conhecer o estabelecimento e o mecânico, menor será a dor de cabeça. O profissional que cuida do seu fusca deve lidar com transparência no atendimento, explicando todos os detalhes para garantir a sua confiabilidade.
Peças, ferramentas e instalações são determinantes para assegurar uma boa oficina. Fique atento a todos os detalhes: antes de começar os reparos ou revisões, os estabelecimentos de confiança costumam proteger o banco e o volante para evitar danos. Certifique-se de que os itens de reposição são originais e de qualidade, pergunte sobre a função e preços e, se necessário, faça uma pesquisa de mercado. É obrigação da oficina sanar todas as dúvidas e deixar tudo descriminado na nota fiscal, que funciona como segurança, tanto para o mecânico, quanto para o cliente.
Mas todas essas precauções não são eficazes se não houver um cuidado preventivo por parte dos proprietários. Cerca de 80% dos fuscas rodam com algum tipo de serviço por fazer. Não basta que a oficina seja a mais próxima de sua casa ou a mais barata. Às vezes, vale a pena andar um pouco, se o serviço for de qualidade.
Com atitudes como estas, ninguém fica na mão, ou melhor, a pé!

Sistema de Carburação do Fusca



Quem não se lembra do bom e velho carburador? Principal componente do sistema de alimentação de um veículo e com funcionamento totalmente mecânico, o carburador tinha a função de misturar o combustível que vem do tanque com ar aspirado pelo coletor de admissão e enviar essa mistura para o motor na medida adequada às condições do motor para que seu desempenho e consumo sejam perfeitos.
O funcionamento de um carburador acontece por meio do ar aspirado pelo pistão, que passa em alta velocidade pelo difusor e aspira combustível que vem da cuba. A borboleta de aceleração está ligada ao pedal do acelerador, é o componente que dosa a quantidade de mistura (ar/combustível) que o motor precisa.

Essa mistura deve ter a proporção adequada para que o motor tenha boa performance e consumo normal de combustível. As misturas são classificadas em limite pobre, mistura econômica, mistura de potência máxima e limite rico; e influem diretamente no comportamento do propulsor.
O instrutor do SENAI-Ipiranga, Reinaldo da Silva, explica que, assim como outros sistemas do veículo, o carburador foi obrigado a evoluir para acompanhar os avanços da indústria automotiva e obedecer às exigências de redução de emissão de poluentes na atmosfera. “Foi então que surgiram os carburadores do tipo duplo estágio e eletrônico, até que a injeção eletrônica foi incorporada nos veículos”.

No interior do carburadorO instrutor explica que existem diversos modelos de carburadores, que variam em função da potência e do tipo de aplicação na qual é utilizado. “O carburador simples tem a alimentação do combustível feita nos quatro cilindros; o de estágio duplo é mais avançado tecnologicamente e alimenta dois cilindros por vez; e o de estágio duplo progressivo, na qual um funciona quando o carro está em baixa rotação e o outro quando o motor está em alto giro”, completa.

A carburação é um processo que começa no carburador e termina na câmara de combustão, além disso sofre influencia de diversos fatores e componentes, como pressão atmosférica, filtro de ar, coletor de admissão, comando de válvulas, válvulas, ignição, estado de conservação do motor, sistema de arrefecimento, combustível etc.
Dentro do carburador trabalham seis sistemas, são eles:
o sistema de alimentação: controla a entrada de combustível na cuba através da bóia e da válvula estileteo sistema de marcha lenta: mantém o motor em funcionamento em baixa rotação

o sistema principal: mantém a alimentação da marcha lenta até a alta rotação;
o sistema de aceleração rápida: quando é necessário o aumento de rotação rapidamente;
o sistema suplementar ou de potência: mantém o motor na aceleração máxima;
o sistema de partida a frio: que atua para facilitar o funcionamento do motor de manhã ou com temperatura menor de 18ºC.


O carburador tem por função entregar e dosar a gasolina de acordo com os fatores velocidade, carga e temperatura. Os motores “1200″, de 1954 a 1966 empregam o carburador Solex 28 PCI, os modelos “1300″, “1500″ e “1600″, o carburador Solex H-30-PIC,’ ambos de sucção descendente. O carburador se situa na parte média do motor, montado no flange do coletor de admissão, equidistante dos cilindros, o que proporciona fornecimento uniforme a todos eles, problema esse sempre presente nos motores em linha. O abafador é do tipo manual. Possui uma bomba de aceleração comandada pelo mesmo pedal do acelerador, para proporcionar mais força nas acelerações.



A gasolina é admitida no carburador em um reservatório denominado “cuba de nível constante”, cujo funcionamento é semelhante ao controle de nível das caixas d’água.
A boia é presa a um braço, que por sua vez se articula em um eixo horizontal. O braço atua sobre uma agulha (estilete) que obstrui ou livra a entrada da gasolina, conforme seja empurrada para cima ou se desloque para baixo. Nas posições intermediárias, regula a entrada da gasolina. Quando o nível da gasolina na cuba está baixo, a boia desce e o estilete se afasta do orifício de entrada e a gasolina, enviada pela bomba, penetra na cuba; aí então o nível sobe e com êle a boia e também a agulha que, ao atingir determinado ponto, obstrui a entrada e impede a admissão da gasolina; mas como a gasolina é consumida, o nível desce e com ele a boia e a agulha, permitindo então a entrada de nova quantidade. Como o consumo é constante e pequeno, com o motor em funcionamento o estilete se mantém em posição tal que a quantidade de gasolina consumida é igual a que penetra na cuba e o nível se mantém constante. O nível da boia pode ser regulado curvando-se seu braço e tem grande influência no consumo. A posição original deve ser conservada, porquanto a haste é rígida e não se altera com o uso.
Da cuba de nível constante partem os condutos que levam a gasolina aos diversos circuitos do carburador e nos quais se alojam orifícios calibrados denominados “calibres dos pulverizadores”, que controlam o fluxo de gasolina e que, geralmente, podem ser retirados por fora para a limpeza ou substituição. Alguns orifícios são abertos ao ar e denomina-dos “calibradores do ar”. Esses orifícios calibrados são mostrados detalhadamente nas ilustrações. Os orifícios através dos quais a gasolina se despeja na garganta do carburador são denominados “pulverizadores”.

Desmontagem e Limpeza do Carburador

Para se realizar limpeza interna ou substituição de peças internas, o que é pouco comum, o carburador deve ser desmontado parcial ou totalmente, para o que retira-se o mesmo de seu flange, ao qual é preso por dois parafusos. Desliga-se também as ligações de comando do abafador ( afogador) e do acelerador, assim como a conexão de entrada da gasolina.
Realiza-se a limpeza externa cuidadosa antes de proceder a desmontagem, que começa com a retirada da haste que liga o controle do abafador ao eixo da válvula borboleta. Retira-se os 4 parafusos que prendem a tampa ao corpo. A agulha ou estilete é presa à tampa e forma um só conjunto com a sede . Se vai ser usada a mesma junta, deve-se dispensar a mesma o máximo cuidado
Ao ser retirada a tampa, alguns orifícios podem ser limpos e retirados, como o suspiro de marcha-lenta , o calibre de compensação do ar. Os outros calibres podem ser retirados, para limpeza, que deve ser feita soprando-se nos mesmos ou com um fio de pincel, nunca com fio de arame. São esses os calibres medidores de marcha-lenta, da bomba de aceleração e o calibre medidor principal . Pode-se também retirar a boia para limpeza da cuba, tendo-se o cuidado em não vergar o braço da mesma. Na remontagem, sempre que possível, usa-se junta nova.


A manutenção periódica do carburador deve ser realizada a cada 30 mil km e consiste em uma revisão com desmontagem e limpeza de todos os componentes, além da regulagem ao término da manutenção. Além disso, as trocas de óleo e filtro fazem parte da manutenção do carburador. As ferramentas utilizadas para a desmontagem do carburador são simples, como chave de boca e chaves de fenda, etc.
O carburador utilizado nessa matéria é o H30 Pic, que equipa o VW Fusca, a Brasília e a Kombi, um modelo do tipo “corpo simples”, desenvolvido para equipar os motores arrefecidos a ar. É importante prestar atenção na chapa de identificação da peça, onde é demonstrado o número do carburador, o modelo do carro que equipa e as especificações das peças para substituição.
Os principais sintomas de que o carburador precisa de manutenção são: falha de desempenho, consumo alto, não dá regulagem de marcha lenta falha na aceleração rápida etc. 


1) Remova o carburador soltando os parafusos e desconectando o cabo do afogador e as mangueiras. Depois, apoie a peça firmemente numa morsa e comece o processo de desmontagem, retirando a mola de retorno do acelerador.

2) Em seguida, retire o gargulante, ou gicleur, e desmonte-o para retirar a agulha magnética (2a).

3) Remova a tampa do carburador e com cuidado retire a haste que liga a borboleta de aceleração.

4) Na tampa, com uma chave de boca, desaperte e retire a válvula estilete, também chamada de válvula da bóia.

5) O próximo passo é desencaixar, com cuidado, a bóia de gasolina do carburador, um dispositivo localizado dentro da cuba para medir o nível de gasolina.

6) Desaperte a manga misturadora, responsável por medir a quantidade de ar e combustível do sistema marcha lenta e principal, entre outros.

7) Em seguida, retire a tampa da bomba de aceleração para ter acesso ao diafragma e à mola de retorno.

8) Remova a agulha de regulagem da mistura da marcha lenta. Na hora de regular esse componente, tome cuidado para não apertar demais, pois pode provocar danos na agulha. A pré regulagem tem que voltar de 2 a 3 voltas.

9) Desaperte o porta-gliceur e retire o principal, que controla a dosagem do combustível para a mistura correta, e depois, com cuidado, retire-o do alojamento. (9A) Não esqueça de trocar as juntas na hora da montagem.

10) Retire agora o gargulante de aceleração rápida, responsável por controlara a quantidade de combustível injetada.

Outros componentes do carburador:
1) A borboleta de aceleração e a borboleta do afogador não precisam ser desmontados, mas devem ser inspecionados atentamente

2) Já a borboleta do afogador funciona logo após a partida a frio enriquecendo a mistura.

3) O difusor, que nesse caso é fundido na carcaça, tem a função de acelerar a velocidade do ar.

Limpeza e aferições
Antes de montar o carburador, as peças devem estar todas limpas e inspecionadas quanto a trincas, empenamentos e folgas, além disso os gangulantes devem estar de acordo com as especificações do fabricante.
As regulagens feitas no veículo são marcha lenta, curso do pedal do acelerado e curso da borboleta do afogador. Na bancada são medidos volume de injeção, nível constante de combustível na cuba, abertura positiva com afogador, alvo de jato, entre outros. O técnico não pode esquecer ao final do trabalho de verificar se a regulagem atende o programa de emissão de poluentes.
1) Verifique a planicidade da base do carburador com um paquímetro.

2) Agora, meça a planicidade da tampa da bomba do acelerador e o seu apoio no carburador. Em seguida, veja a tampa do carburador. (2A)

Montagem e regulagens 


Em primeiro lugar, verifique a tabela do fabricante para conferir os componentes, as medidas e a “giclagem” do carburador:

1) Para saber se a bóia está ou não encharcada é necessário medir seu peso, utilize uma balança de precisão e compare o resultado com a especificação do fabricante.

2) Faça agora o teste da válvula estilete: coloque 400 mm/Hg de depressão na bomba de vácuo e cheque o ponteiro, que não pode se movimentar por mais ou menos 30s.

3) Com o auxílio do manômetro aplique a pressão especificada pelo fabricante na linha de combustível.

4) Em seguida, retire a tampa do carburador e meça, com o paquímetro, a altura entre o corpo do carburador e o combustível sem retirar a bóia. Caso esteja incorreto, altere o valor da arruela da válvula estilete até o especificado. Essa altura deve ser de 19 + ou – 1 mm, incluindo a altura da junta. Se tiver menos combustível é necessário alterar o valor da arruela (de 0,5 mm até 2 mm). Verifique agora o volume de combustível injetado, abrindo a borboleta de aceleração até o final e esperando terminar a injeção do combustível, que será depositado num becker graduado. O resultado deve ser de 1,45 ml + ou – 0,2 por cada ciclo, se multiplicado por dez o valor será o seguinte: 14,5 ml + ou – 2 ou cm3.
5) Para alterar o resultado, coloca-se mais ou menos arruelas de regulagem na haste da bomba de aceleração. Volume acima, remove arruelas, volume abaixo, adicione arruelas.

6) Faça agora o teste de abertura positiva com afogador, com a ajuda do cálibre de arame. A abertura positiva tem que ser 0,8 + 0,2 mm.

7) Com o carburador já montado no veículo, regule a marcha lenta da seguinte forma: primeiro ligue o motor até que atinja a temperatura de trabalho e verifique a rotação do motor.

8) Continue o processo, acertando a regulagem da mistura ar/combustível da marcha lenta (8A).

9) Não esqueça de fazer o controle da emissão de poluentes.

Fonte: Revista O Mecânico (http://www.omecanico.com.br)

Faróis: Quais lâmpadas são permitidas por lei


Q uem não gosta de dar uma incrementada no fusquinha ? Uma das maneiras de se fazer isso é trocando as lâmpadas dos faróis, dando um aspecto, por vezes, até mais moderno ao veículo. A troca das lâmpadas também pode melhorar a visibilidade para o motorista e, consequentemente, a segurança.
Mas quais lâmpadas, diferentes das halógenas encontradas na maioria dos veículos, podem ser instaladas no carro? Uma das opções são as lâmpadas quem tem o bulbo pintado de azul e emitem um facho branco de luz, muito populares àqueles que gostam de personalizar os carros. Para esse consumidor, a Philips criou a Blue Vision, e a Osram lançou, no mesmo período, a Cool Blue.

As lâmpadas de Xenon são as mais eficientes e populares, o problema é que o usuário pode ser multado. Para resolver essa questão, é necessário que o dono do veículo compareça a uma inspeção de órgãos credenciados pelo Inmetro. Com a aprovação em mãos, o usuário deve comparecer ao Detran e solicitar essa alteração. Mesmo com tudo legalizado, deve haver ainda uma observação no documento do veículo a respeito das lâmpadas instaladas.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Postura correta no volante


Muito mais do que fazer a manutenção e deixar em dia as revisões, é necessário saber qual é a postura correta diante do volante. Não é apenas uma questão de ser ou não um bom motorista. A postura também influencia na qualidade de vida do motorista.
 Ao acomodar-se no banco de seu fusca, o motorista deve verificar se os pedais estão ao alcance de seus pés. Além disso, os pulsos devem alcançar o topo do aro do volante, ou seja, os cotovelos ficam dobrados o suficiente para oferecer uma dirigibilidade confortável. Lembre-se: os braços não devem ficar nem muito esticados e nem muito dobrados, o ideal é manter a distância mediana para ficar confortável e trocar de marchas. Aliás, as trocas de marchas devem ser feitas com a palma da mão
sobre o topo da alavanca, mantendo sempre um ângulo reto.
Além disso, é necessário verificar a postura do banco. Nem muito ereto e nem muito inclinado. O ideal é manter uma postura confortável que complemente as etapas das pernas, alcance a marcha e, principalmente, o cinto de segurança. Um bom momento para avaliar isso é durante o test drive. Uma dica de ouro é que quanto mais recursos o carro oferecer para ajustes, mais confortável será dirigir. (dificil é encontrar um fusca com regulagens no volante, no banco entre outros)
Dirigir é super gostoso, e com os cuidados no volante se torna melhor ainda. Aproveite nossas dicas e proteja o seu fusca acessando sempre o  F.F.A

Segurança nas quatro rodas


É através dos pneus que toda a potência do carro passa para a pista, por isso, eles merecem cuidados especial. Confira 8 dicas com o Fórum Fusca Ativo para focar na sua segurança e na vida útil dos pneus:

1 – Calibre os pneus toda a semana, seguindo a indicação do manual do fabricante do veículo. O uso de pneus e rodas diferentes modifica a performance do carro.
2 -Faça o rodízio. Troque os pneus dianteiros pelos de trás a cada 8.000 km, no caso de pneus radiais e a cada 5.000 km rodados, para os pneus diagonais. Utilize o estepe no rodízio.
3 -Evite a sobrecarga no carro. O excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta os riscos de estouro ou outros problemas.
4 – Faça a manutenção preventiva de todo o veículo. Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas trabalham diretamente com os pneus.
5 – Use o pneu indicado para a superfície. O uso inapropriado provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade do veículo.
6 – Alinhamento e balanceamento devem ser feitos sempre que o veículo sofrer impactos fortes, na troca de pneus, quando os pneus apresentarem desgastes irregulares, ao serem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver “puxando” para um lado ou a cada 10.000 km, como indica o manual do usuário.
7 – Não permita o contato do pneu com derivados de petróleo, como solventes. Essa exposição pode danificar seriamente os materiais do pneu.
8 -Seja um motorista defensivo. Freadas fortes, mudanças bruscas na direção, cantar pneu e passar rápido em lombadas e buracos reduzem muito a vida útil dos pneus.

Dolly