quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Dicas F.F.A


Se você ama seu carro, sabe que, assim como qualquer equipamento, ele exige cuidados básicos. Não deixe para visitar oficinas somente quando seu veículo apresentar algum defeito. A manutenção preventiva, além de reduzir custos com consertos caros, diminui também a sua dor de cabeça.
Confira algumas dicas básicas que o  F.F.A separou para você!
Alinhamento
Recomenda-se executar esses serviços a cada 10000 quilômetros, para evitar o consumo prematuro dos pneus, o desequilíbrio do carro e o desgaste do sistema de suspensão e da direção. Junto com o balanceamento e o rodízio de pneus, o alinhamento é vital para a segurança, conservação e maior economia.









Antenas
Este equipamento ainda é muito visado pelos bandidos, portanto, tome o cuidado de sempre guardá-lo antes de deixar o veículo. Se for do tipo rosqueado, retire e guarde dentro do carro, em local que não seja visível. O mais indicado é sempre parar seu carro em um estacionamento.








Equipamentos de emergência
 

Você pode ser multado se o seu carro não tiver estepe, extintor de incêndio (dentro do prazo de validade) e triângulo de sinalização. Outros equipamentos, como macaco ou chave de roda, são de apoio, não sendo obrigatórios, mas podendo ajudar muito. Cuide para que estejam sempre à mão e em plenas condições de uso. Disponibilize em seu veículo outros itens que podem ser bastante úteis em emergências ou ocasiões imprevistas, como luvas de tecido, panos para limpar as mãos, para forrar o chão (no caso de uma troca de pneu) ou os bancos e o porta-malas (quando for transportar algum objeto sujo ou molhado), lanterna e kit de primeiros socorros.
Faróis

Para que estejam sempre em bom estado, as lâmpada dos faróis devem ser trocadas a cada dois anos. Buracos e depressões nas cidades e estradas fazem com que os faróis percam a regulagem de fábrica em até três meses. Por isso, recomenda-se fazer uma revisão completa a cada noventa dias.


Rodas

 
Rodas em bom estado e pneus com especificação correta, devidamente calibrados, evitam desgastes, melhoram a segurança e economizam combustível. Para cada tipo de veículo, existem rodas com medidas adequadas, para não prejudicar seu desempenho. Não escolha as rodas apenas pela estética pense, primeiramente, na resistência do material do qual são feitas.

Veja qual tipo de óleo você deve usar no seu fusca


Um dúvida recorrente para os amantes e apaixonados por Fusca é sobre o óleo correto a ser usado no motor. O F.F.A te ajuda com algumas dicas, confira!
A viscosidade do óleo utilizado pode influenciar diretamente o funcionamento do motor.   O óleo mais espesso, por exemplo, tem fluidez mais lenta, o que pode demorar mais tempo para chegar aos locais que devem ser lubrificados, ocasionando um desgaste maior no motor, reduzindo o desempenho do mesmo.
Já os óleos mais finos (e também os mais caros), além de evitarem o aquecimento do motor e desgaste das peças, contribuem para a economia de combustível. O único problema com esse tipo de óleo pode ocorrer com os motores mais velhos, pois eles apresentam grandes “folgas” entre as peças – nesse caso, gerará um desgaste ainda maior dos componentes.
Há também tipos de óleos especiais, que variam com a usabilidade do veículo. Os óleos de alta quilometragem, por exemplo, são voltados para os carros que já apresentam mais de 100 mil km rodados. Esse tipo de material funciona como um método paliativo, até que o condutor tenha condições de ir a uma retífica e fazer a manutenção correta. Lembre-se sempre: utilize no motor de seu carro apenas o tipo de óleo que vem indicado no manual de instrução.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Diferença entre polimento, cristalização e espelhamento

Você sabe quais são as principais diferenças entre polimento, cristalização e espelhamento? Descubra e fique por dentro destes métodos de limpeza do seu fusca
Polimento: uma pequena camada de tinta é removida, de modo a devolver à pintura a aparência lisa. O problema desta operação é que os polidores são abrasivos, isto é, são substâncias agressivas a pintura, como os óxidos metálicos, capazes de arrancar, por atrito, partículas da tinta. Este processo de abrasão pode ser intensificado ainda mais pelo uso de máquinas politrizes. Ao final do processo de polimento, uma pequena camada de tinta será removida, devolvendo à camada externa a aparência original e brilhante. Este é um processo limitado e que somente deve ser usado nos casos mais graves.
Espelhamento: É uma técnica mais refinada (e também a mais cara) que visa o nivelamento da camada de verniz da pintura, dando o resultado de superfície espelhada e um brilho intenso e duradouro. O processo consiste na restauração do brilho original da superfície com a eliminação de microrriscos. Para isso, é necessário o lixamento, seguido das etapas de polimento, brilho e lustro. Depois disso, o acabamento deve ser feito aplicando uma cera super protetora em pasta que cria uma película sobre a superfície polida, protegendo-a por até seis meses, dependendo das condições de manutenção desta película.
Cristalização: Neste processo, ocorre a aplicação de uma resina sobre a pintura do veículo, para aumentar a resistência a intempéries naturais e agentes físicos ou químicos. Em razão destas características do produto a ser aplicado, a remoção é bem difícil. No caso de pequenos retoques ou reparos, a resina deverá ser removida de toda a peça por meio de um método de lixamento, para que o processo seja aplicado todo novamente.

Deu pane? Não entre em desespero!

O fusca parou, e agora? O que pode ser? O F.F.A aponta quais podem ser os principais problemas quando ocorre o mal funcionamento do seu amigo.







 
Bobina: Pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. O jeito é esperar que esfrie. Para acelerar o processo, desligue a chave, abra o capô e coloque um pano molhado sobre a bobina, esperando cerca de dez minutos, para o carro voltar a ligar.


 





Bateria: Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado.Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca.











Tampa do distribuidor: Se a tampa do distribuidor estiver trincada, o carro não funciona. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho, com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.






 

Motor afogado: O motor pode parar de funcionar com o carro em movimento ou nem dar a partida. Ele pode ter “afogado” por excesso de combustível. Aguarde um tempo e experimente ligá-lo de novo. Se não der certo, chame a assistência técnica.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Cuidados Básicos Para a Limpeza Do Seu Carro


Não é fácil deixar a limpeza do seu fusca sempre em dia. A pressa da vida moderna e os custos cada vez mais elevados dos lava-carros contribuem para que essa seja uma tarefa deixada em segundo plano.




Algumas sujeiras que aparecem na lataria são, por diversas vezes, ignoradas e podem acabar se tornando manchas permanentes. Por isso, o F.F.A separou para você algumas dicas para facilitar a sua vida e melhorar a aparência de seu xodó.
Para a lataria:
- Manchas de concreto de garagens que podem cair sobre o FUSCA, prejudiciam a pintura. Tente tirá-las o mais depressa possível – se já secou, corte um limão ao meio e passe sobre a mancha até que ela desapareça. Depois lave bem para tirar o sumo.
-Depois da chuva, não é recomendável passar pano ou flanela para secar o carro. A poeira que se acumula pode riscar a pintura.
- Retire o mais rapidamente possível excrementos de aves, insetos, manchas de piche e de gordura.
Estas substâncias provocam grandes danos à pintura.
Para os vidros:
-Nunca utilize palhas de aço para limpar os vidro de seu automovel.
- Use limpa-vidros ou álcool com jornal, que assim não haverá vestígios de fiapos como o pa
- Não coloque detergente no reservatório do limpador do pára-brisa; ele pode cair na pintura e manchar.

DE VOLTA A TODO VAPOR






Dia 26/02/2013 estamos retomando as atividades novamente nao deixe de conferir nossas novidades diarias.

F.F.A de volta atodo vapor 

Direção Certa


O VOLANTE DE DIREÇÃO É UM COMPONENTE EMBLEMÁTICO ALÉM DE INDICAR A ÉPOCA DE FABRICAÇÃO DE CADA ANO/VERSÃO, ELE TAMBÉM MARCA OS DETALHES IMPORTANTES NO PROCESSO DE EVOLUÇÃO DO CARRO DURANTE SEU PERÍODO DE PRODUÇÃO. COM O FUSCA NÃO FOI DIFERENTE. DESDE OS PRIMEIROS PROTÓTIPOS, NA DÉCADA DE 1930. ATÉ AS ÚLTIMAS UNIDADES DO "ITAMAR" NO BRASIL EM 1996. O VOLANTE DE DIREÇÃO DESTACA DETALHES IMPORTANTES NA HISTÓRIA DO BESOURO.

  1938 a 1948 - o primeiro volante do Fusca. ou melhor. do KDF-Wagen. era preto e tinha: três raios cilíndricos de metal unidos ao cubo que ostentava o botão da buzina tal como ocorria com a maioria dos automóveis na década de 1930.



  1949 a 1955 - De 1949 até a primeira série de 1955, o volante do fusca passou a ter apenas dois raios, do meio para baixo. Apresentam um desenho “canelado''. A peça chamada popularmente denominada "asa de morcego" pode apresentar diferentes tonalidades, sempre puxando para a cor marrom. Nos primeiros anos. o miolo da buzina era mais claro e liso, Depois passou a ser preto e a ostentar o brasão de Wolfsburg.

1949 a 1951 - Este modelo. popularmente chamado de "banjo" ou "violino", equipava a versão conversível fabricada pela Hebmüller. O aro e o cubo metálico são unidos por três raios cada, um deles com quatro hastes de metal daí os "apelidos". Por cima dessa estrutura é fixado o aro da buzina com três raios e diâmetro menor que o do volante. No centro do cubo o pequeno botão plástico da buzina ostenta o símbolo da cidade de Wolfsburg.


1955 a 1959 – A partir da segunda série de 1955 até a primeira série de 1959, quando o besouro foi nacionalizado, o volante manteve o desenho de dois raios, porém os aros foram deslocados para baixo em relação ao dos aros ficou menor e em maior número. Na foto acima, é possível observar este volante com um aro metálico de buzina, acessório vendido na época.
 
 1959 a 1962 – Por três anos a Volkswagen ofereceu ao Sedan acabamento monocromático, que incluía botões de painel e também volante nas cores Verde Berilo, Azul Pastel e Turquesa.

 


1965 e 1966 – Em 1965, foi lançado o “Pé de Boi”, o mais espartano de todos os fuscas brasileiros. A versão vinha com o mesmo volante dos demais modelos, mais tinha uma diferença básica: seu aro de buzina não era cromado, mas sim pintado, da mesma forma como outros detalhes dessa versão: aros dos faróis, calotas, maçanetas e frisos das lanternas traseiras.
 
 1959 a 1970 - Lançado a partir da segunda série de 1959, o volante conhecido como “cálice” é talvez o mais famoso na trajetória do Fusca. A peça, que podia variar do branco pérola até tons acizentados, esteve em linha até a primeira série de 1970. A maior novidade era o aro de buzina cromado. A peça. em forma de meia lua. também veio com o detalhe que simbolizava o processo de nacionalização do besouro. É o medalhão acrílico central, que em vez do símbolo de Wolfsburg, recebeu o brasão da cidade de São Bernardo do Campo, apresentando a conhecida imagem do bandeirante e do índio em conjunto com a frase no latim: "Paulistarum Terra Mater". que significa "terra mãe dos paulistas"
 

1970 a 1973 - A partir da segunda série de 1970, volante modelo "cálice" do Fusca passou a ser fabricado com plástico preto. Vale Iembrar que, diferente do que muitos pensam. este volante não é idêntico ao usado nas linhas Karmann-Ghia, VW 1600, Variant e TL, que tinham raios levemente curvados para baixo.
 
 1974 a 1980 - O volante do besouro passou pela mais imporlante reestilização. Embora mantendo o mesmo diâmetro, a peça recebeu uma grande haste central de plástico que também aciona a buzina. Este modelo ficou conhecido como "bumerangue" e era inspirado ao utilizado no Passat, lançado no Brasil também em 1974. A cor padrão era o preto, mas também houve versões monocromáticas, com volante marrom.
 

SUPER- FUSCÃOEm 1974, a Volkswagen lançou a versão 1600-S. também chamada de "Bizorrão” que recebeu volante esportivo da então tradicional marca Walrod. A peça, toda em preto, tinha diâmetro menor e três raios apresentando furos triangulares.
SÉRIES ESPECIAIS
 
 Em 1980, foi lançado o Fusca Série Prata, que se destaca por diversos detalhes externos e internos pintados nesta cor. O modelo também recebeu volante diferenciado, semelhante ao do Passat com aro espumado e botão central de grandes proporções. que aciona a buzina. Já em 1984, a VW apresentou o Série Love, que tinha volante do Gol, com aro espumado (foto).
 

1981 a 1986 - Neste período. o Fusca passou a ser equipado com volante igual ao do Gol. que tinha diâmetro de 38 cm, menor que o antecessor "bumerangue". A peça se destaca pelos dois raios em forma de "V" invertido, além do botão da buzina que podia trazer tanto o lobo de Wolfsburg como o símbolo da VW.
  1993 a 1996 - Com o retorno da produção do Fusca "ltamar", o besouro continuou a utilizar os volantes da linha Gol. Acima, modelos de 1993 (acima) e 1996, (abaixo).




RESTAURAÇÃOOs volantes que equiparam as diversas gerações do Fusca, obedecendo aos padrões de qualidade definidos na Alemanha, eram feitos com material de boa qualidade; por isso, dificilmente necessitam de restauração. Fica fácil chegar a essa conclusão quando se compara o volante do Volkswagen com os de outros automóveis fabricados na mesma época principalmente o do Simca Chambord, modelo luxuoso e caro na década de 60, mas que era feito com matérias-primas de qualidade duvidosa. Com o passar do tempo, o aro plástico do volante simplesmente "des¬manchava”, ficando apenas o metal. No caso do besouro, o máximo que ocorre é o amarelamento devido à ação dos raios solares. Isso, somado a uma possível variação de cor em alguns lotes, dá a impressão de que nem todos são brancos, apresentando nuances que vão do cinza ao bege claro. Também existe o risco do surgimento de pequenas trincas no aro, que aumentam com o tempo até deixar um segmento da "alma" metálica à mostra. Neste caso, pode-se fazer um reparo com massa tipo Durepoxi, que pode ser moldada a frio e depois pintada com tinta automotiva. O aro cromado, quando começa a “pipocar" (reação química que faz bolhas brotarem do Zamak e estourarem o cromo), deve ser cromado novamente, para evitar o aumento das falhas, o que pode condenar a peça. A tampa acrílica, riscada ou fosca, pode ser polida com massa de polir n°. 2, até ficar com a super¬fície lisa, para depois ganhar brilho com cera automotiva de boa qualidade. Além disso, pedaços de plástico quebrados da tampa podem ser colados com adesivo tipo Super Bonder. As hastes dos volantes mais modernos, tipo "bumerangue", também podem ser coladas com este produto. Se estiverem opacos, independente de sua cor, podem ser pintados com tinta automotiva, do mesmo modo que ocorre com os de cor marrom. A recomendação só se aplica a peças de plástico duro, e se estende ao pequeno filete prateado, que pode ser revitalizado com spray tipo Colorgin. Mas não use este produto em superfícies grandes, pois o excesso de solvente causa danos ao plástico. Nos volantes acolchoados, a possibilidade de reparos é bem menor. No caso do botão de buzina estar em bom estado, mas o aro tiver perdido pedaços de borracha ou tiver se soltado da "alma" metálica, ainda é possível fazer um reparo. Para unir o material sintético ao aço, coloque a cola em uma seringa de vidro, atravesse com a agulha a borracha e aperte o embolo até atingir o metal. A operação tem de ser feita rapidamente, pois com toda certeza a cola entupirá a agulha. Após realizar a operação, aperte com as mãos a borracha contra o aro e espere alguns segundos para que a cola faça efeito. Se o aro perdeu pedaços de borracha, estes podem ser aproveitados de volantes velhos ou mesmo completados com massa de calafetar. Contudo, para dar um bom acabamento, será necessário encapar o aro com couro ou curvim.

Fonte: Fusca & Cia

Platinado



O platinado ou conjunto ruptor é um dispositivo do sistema de ignição que tem como finalidade, auxiliar o sistema a produzir as centelhas de alta tensão, necessário para a combustão da mistura ar+combustível.
Fica localizado no interior do distribuidor e age no sistema como um interruptor, que liga e desliga um circuito elétrico. Quando o platinado está com seus contatos fechados, a bobina de ignição terá seu enrolamento primário energizado, formando na mesma um campo eletromagnético. Quando ocorre a abertura dos contatos, esse campo é desfeito e nesse momento, ocorre uma indução eletromagnética no enrolamento secundário. Essa indução é responsável em "criar" uma nova diferença de potencial no segundo enrolamento. Em função da diferença no número de espiras no enrolamento secundário (em maior número que no primário), a tensão elétrica se eleva para cerca de 20 mil volts ou mais, dependendo do sistema.
A abertura do platinado ocorre em função de um eixo que gira no interior do distribuir. Esse eixo possui ressaltos que são encarregados de abrir os contatos do platinado. O fechamento é garantido por uma mola em forma de lâmina.
Os contatos dos platinados devem suportar temperaturas elevadas, cerca de 200ºC e ainda assim, continuar sendo um excelente condutor de corrente elétrica. Essas características fazem do tungstênio, uma excelente alternativa e muito mais barato que a platina, originalmente utilizado na sua fabricação.
A abertura dos contatos é muito importante para o bom funcionamento do motor, pois ele interfere diretamente no ângulo de permanência. Normalmente, ajusta-se essa abertura com um cálibre de lâminas com medida 0,40mm. O ideal é sempre consultar o manual do fabricante para obter a abertura correta.
Para evitar que os contatos do platinado se danifiquem no momento do corte da corrente primária, o sistema é dotado de um capacitor, também chamado de condensador.